Dominic decidiu:
— Darei essa chance, mas só para lembrar, ela disse algo que na calça pulsou!
Alec curioso perguntou:
— O que ela falou?
Dominic provocou:
— Quer saber demais, vou mandá-la entrar.
Dominic chamou Clara e pediu para que Isabelly entrasse. Clara desligou o telefone, olhou para Isabelly e disse:
— Minha querida.
Isabelly respondeu:
— Sim, dona Clara.
Clara informou:
— O senhor Salvatore pediu para a senhorita entrar.
Isabelly agradeceu:
— Obrigada, Clara.
Isabelly caminhou em direção à sala de Dominic, observando a decoração escura pelo caminho e pensando que aquele andar merecia um pouco de cor.
Ao chegar à porta da sala, ouviu a risada de Dominic e Alexander que vinha de dentro. Ela bateu na porta e aguardou permissão para entrar.
Os dois disseram ao mesmo tempo: "Entre!" Isabelly entrou na sala e viu Alexander e Dominic sentados em um sofá vermelho no canto. Observou a decoração, com janelas que tomavam toda a parede, permitindo ver a cidade inteira dali. Havia cortinas, cor vinho, uma mesa acinzentada na qual Dominic estava sentado durante a entrevista, uma grande mesa de reuniões e o sofá vermelho onde eles estavam agora. Isabelly disse educadamente: "Com licença, senhores Salvatore."
Dominic levantou e se aproximou dela, anunciando:
— Senhorita Herondale, conversei com meu primo e sócio e decidimos dar três meses de experiência.
Isabelly ficou emocionada e acabou pulando nos braços de Dominic. Ela sentiu um arrepio quando ele cheirou seu pescoço, certamente sentindo o doce aroma de sândalo que ela adorava usar, tanto em perfume como em hidratante. Ela também percebeu o aroma amadeirado de almíscar que vinha de Dominic. Alexander os observava com uma expressão intrigante, cheirando o cabelo de Isabelly. Ela percebeu que sua atitude pegou Dominic de surpresa, então rapidamente se afastou, mesmo desejando permanecer em seus braços.
Isabelly se desculpou:
— Desculpe, senhor Salvatore, foi a emoção de realizar meu sonho de trabalhar na MIP!
Dominic a tranquilizou:
— Tudo bem, senhorita, fico feliz em ajudar com seu sonho. Está com seus documentos?
Isabelly confirmou:
— Sim!
Dominic orientou:
— Então passe no RH, leve seus documentos, pegue a guia para seus exames admissionais e nos veremos em breve!
Isabelly pediu:
— Por favor, me chame de Isabelly ou Isy!
Dominic concordou:
— Então me chame de Dom!
Alexander se juntou à brincadeira:
— E eu de Alec!"
Os três riram e Isabelly agradeceu:
— Certo, Dom e Alec, obrigada pela chance. Vocês não irão se arrepender.
Dominic finalizou:
— Certo, Isy. Até breve.
Isabelly saiu da sala em direção ao seu apartamento, sem imaginar que esses dois homens iriam virar sua vida de ponta a cabeça.
NA SALA DE DOMINIC
— Dom, o que foi isso? — Alec perguntou, olhando para Dominic sem entender.
— Oi? — respondeu Dominic confuso.
— O que está acontecendo com você? — Alec continuou.
Dominic ainda sem compreender, questionou:
— Continuo sem entender, Alec.
— Nossa, você deixou ela te tocar. — explicou Alec
Dominic finalmente compreendeu:
— Ah, foi isso? — falou Dominic.
Alec continuou:
— Você nunca deixou nenhuma mulher te tocar desde os dezoito anos. Sempre ficava com todas com os braços amarrados. Essa você deixou te tocar e ainda cheirou o cabelo dela.
— Fui pego desprevenido e fiquei hipnotizado por ela! — Dominic tentou se justificar.
Os dois se olharam e riram alto:
— Você está lascado, Dom. — provocou Alec!
— Tá louco, foi só surpresa. — negou Dominic .
— Tá bom então. — concluiu Alec
Enquanto Alec observava a mudança de atitude de Dominic, percebeu que essa mulher veio para confundi-los. Isy parecia ter algo misterioso e submisso.
Isy chamou um carro de aplicativo e foi para casa. Em seguida, enviou uma mensagem para sua amiga Nelly, que morava em uma cidade próxima da capital:
— Oi, amiga linda, tenho novidades para contar.
— O que é, Isy? Estou nervosa, fale! — respondeu Nelly, ansiosa.
— Arrumei um emprego. Você já pode vir morar comigo, Nelly. — revelou Isy.
— Jura, amiga? Onde? — Nelly ficou surpresa.
— Na MIP! — respondeu Isy animada.
— Amiga, sua louca! Era seu sonho trabalhar lá — exclamou Nelly.
— Sim, amiga.— concordou Isy.
— Daqui a dois meses acaba a faculdade e vou praí dividir as despesas com você, Isy. — planejou Nelly.
— Que bom, vou aguardar ansioso. — Isy ficou feliz com a notícia
— Beijo, amiga. Mais tarde falo com você! — Nelly se despediu.
Isy chegou em casa cansada, tomou um banho e preparou um sanduíche natural para comer com um copo de suco de laranja. Depois, deitou-se
No dia seguinte, Isy tinha vários papéis para Dominic e Alec assinarem. Ela passou primeiro na sala do Alec:
— Alec, tenho esses papéis para você e o Dom assinarem.
— Tá corrido hoje, né, Isy? — percebeu Alec a correria.
— Um pouquinho, mas adoro a ação! — respondeu Isabelly animada.
— Pronto, Isy. Leve para o Dom. Já assinei esses. Tem mais? — concluiu Alec.
— Não, Alec. Só esses por hoje. Obrigada. — explicou Isabelly.
— De nada, linda. — respondeu Alec carinhosamente.
Isabelly saiu da sala de Alec e foi diretamente para a sala de Dom. Ela bateu na porta e aguardou permissão para entrar:
— Entra! — falou Dom.
Isabelly entrou e entregou os últimos papéis do dia para Dom:
— Obrigado, Isy! — agradeceu Dominic.
Dominic pediu para Isy esperar. Isy parou, sem entender. Dominic levantou-se da sua mesa, olhou para ela e a beijou.
O beijo começou amoroso e calmo, mas logo se tornou quente, possessivo e dominante. Dominic a apertava junto ao seu peito, e ela sentiu-se molhada rapidamente. Estavam tão concentrados no beijo que não ouviram a porta se abrir.
Quando sentiu alguém atrás da Isy, beijando seu pescoço e sentiu o membro duro do Alec pressionando sua bunda, Dominic parou de beijá-la e ela olhou para trás, vendo Alec tocando-a. Dominic olhou nos olhos dela, com um olhar penetrante e dominante, e ordenou:
— Ajoelhe-se doce Isy!
Isy não disse nada, apenas se ajoelhou, parecia que ele tinha o dom de domina-la:
— Boa menina, achamos Alec nossa doce submissa. — falou Dom com desejo.
— Parece que sim primo, achamos. — concordou Alec com satisfação.
Dom a pegou pelo braço e rasgou a blusa e a saia dela, a deixando apenas de calcinha de renda vermelha:
— Puta merda Isy como você é linda e saborosa. — exclamou Dom.
Alec tirou a gravata e amarrou as mãos da Isy atrás das costas dela, levando-a até aquele sofá vermelho:
— Hoje eu e Dom iremos nos divertir, mas quero saber de você aceita? — perguntou Alec a Isy.
— Sim senhor Alec. — respondeu Isy com submissão.
— Que submissão mais gostosa Dom.
Alec e Dom sentaram no sofá e a puseram no meio dos dois.
Dom beijava a boca da Isy, enquanto Alec mordia a orelha dela, Alec gemia no ouvido da Isy.
Isy sentia a mão deles em cada um dos seus seios, eles apertavam e a deixava mais molhada.
Alec mordeu o pescoço dela que gemia alto, aquilo estava deixando Isy muito excitada:
— Ah Alec, você é tão mal, não me provoca assim. — falou Isy com tesão.
— Você gosta, gostosa. — exclamou Alec.
Dom passava a mão na bocetinha molhada dela, ainda coberta pela calcinha que já está encharcada:
— Dom ela ta tão molhada. — conluio Alec
— Deixa eu ver, primo. — falou Dom com curiosidade.
Dom puxou a calcinha dela, a rasgando, cheirou a calcinha e falou:
— Como você é cheirosa, mas vamos sentir o seu sabor.
Os dois se levantaram, Alec tirou sua calça junto com a cueca e ela se assustou com aquele membro grande de quase vinte e um centímetros e muito grosso, Dom a colocou deitada no sofá, e abriu bem as pernas dela, enquanto Alec se masturbava.
Dom caiu de boca na menina muito molhada dela, ele lambia seus grandes lábios, mordia seu ponto mais sensível, Isy se arrepiava inteira e Alec ordenou:
— Abre essa boquinha linda Isy, abre.
Ela abriu e viu Alec vindo com aquele pau enorme, na sua boca e começou a chupa-lo, tinha dificuldade por causa do tamanho mas babava muito e Alec gemia, pedia mais da boca dela.
Dom colocou dois dedos na sua boceta e chupava enquanto fazia movimento de vai e vem:
— Dom, por favor. — pediu Isy com um tesão grande.
Isy começou a sentir o êxtase chegando, seu corpo queimava e minhas bochechas avermelhadas:
— Porque quer que eu pare doce Isy? — perguntou Dom.
— Eu vou gozar assim. — exclamou Isy.
Assim que Isy falou, Dom mordeu seu ponto inchado e sensível, enfiou três dedos fundo e de uma vez.
Ela gozou na boca dele, Isy tremia inteira e sentia sua garganta ser preenchida pelo leite quente e viscoso do Alec.
Dom olhou pra ela e disse:
— Doce Isy isso é só o começo e é hora de acordar doce Isy
De repente acordei suada na minha cama e tudo isso não passou de um sonho.





