Um Momento no Tempo - Descendo nos prazeres das Trevas

- Você matam se quiserem. – Disse Trigon. – Não são obrigados. – Disse o demônio.

- Dentro de duas semanas, vocês devem decidir se matam ou não. – Disse Trigon.

- A torre está protegida, e não poderá sair de lá em menos de das duas semanas, aqueles que tentarem se arrependerão. – Disse uma outra criatura.

Foi anunciado, nos noticiários, e rodou a internet, transmitiu em todas as redes de canais televisivos, e não se falou de mais nada, além disso durante os dois dias seguidos até o fim da semana.

Todos viram e ouviram a história, todos ali, sentirem a pressão e o poder...

Sim, eles disseram apenas os heróis que poderiam matar.

Superman olhava em direção ao céu, e vendo ali a sua volta a torre negra com o ouro em sua ponta no topo dela.

- Não pode ser. – Disse Superman.

- Quem mataria por dinheiro, um herói não faria isso.

Superman convocou ao final daquela mesma tarde uma reunião na torre de vigia.

Os heróis se reuniram na torre de vigia, se fosse o suficiente, Luthor montou uma passeata e uma coletiva de imprensa, sobre o perigo de Superman, que nem mesmo o escoteiro conseguiria ignorar uma quantia em dinheiro com essa.

Superman via a cadeira de Bruce sendo ocupada por outro Batman.

- O que ele ganharia dar dinheiro para nós matarmos.

- Ver o quanto nós nos rebaixamos? – Ravena fez uma tentativa.

- Ele poderia nos ver corromper e com isso, ele teria almas inocentes sendo levadas ao abismo do medo. – Disse Ravena.

O Batman olhava em direção a todos e disse. – Corromper. – Disse. – Na melhor das hipóteses.

- Porque ele não escolheu um vilão? – Questionou Zatana.

- Vocês realmente acham que iremos ganhar dinheiro se matarmos um inocente? – Questionou Constantine. – Se falassem que qualquer um poderia matar, então na primeira hora já haviam matado. – Disse Zatana.

- É muito melhor ver um herói se corrompendo e mantando do que um vilão, ele já foi corrompido, e matam por dinheiro, qualquer um veria, que não haveria graça em não ter regras. – Disse Batman.

- Então. – Disse Arqueiro Verde. – O legal é ver quem sede primeiro. – Disse ele.

Superman voou em direção a caverna do morcego, Bruce já havia voltado a mansão, ele estava se sentindo fraco, a bebida e a pressão não caíram bem, se ele teve problemas em conter Superman na sua melhor forma, caindo no chão da caverna fraco, não parecia ser uma situação boa.

Bruce ignorou as chamadas da liga, ele desligou os computadores, os celulares, tudo, ficou no escuro, pensando em um plano de backup, caso eles venham a literalmente querer matar, mas ele pensava em Superman.

Ele alternava com escutas e rastreadores em cada um dos seus aliados, Bruce supostamente passou o tempo bebendo, ele realmente pegava um laptop e seguia os passos com câmeras espalhadas pelas cidades, seguindo os passos de cada herói que cada cidade.

Bruce correu em direção ao banheiro, não se aguentando, foi ali que ele ouvia Superman voando em direção a caverna, ele não conseguia parar de vomitar, ele ouvia mais de um passo, era mais alguém...

- Bruce. – Era Dick, que estava com as mãos em seus ombros.

Bruce ao terminar de vomitar na privada, ele se virou.

- Voce bebeu. – Disse Superman. – A semana toda.

- Continua pensando em viajar? – Era uma questão estranha feita pelo homem de aço.

- Ainda não estamos no final do mês. – Disse Bruce. – Mas eu não estou bem. – Disse. – Algo na bebida. – Disse Bruce.

- Ressaca na melhor das hipóteses não é bem. – Disse Superman. – Mas não é motivo para isso.

- Voce pretende se matar de tanto beber? – Questionou Diana aparecendo ao lado deles.

- O que vocês querem aqui? – Ele perguntou limpando a boca com um papel higiênico, e se levantando, ele estava usando apenas um pijama marrom.

- Eu sai da liga, vão embora. – Disse Bruce cambaleante.

- Eu não sou mais útil a liga da justiça. – Disse Bruce. – Estou fora.

- Nós pensamos que você soube. – Disse Superman o acompanhando ao redor da caverna.

- Aquilo foi mostrado em todas as cidades. – Disse Bruce.

Algumas luzes estavam apagadas, e o computador estava com a tela chuviscando, havia pouca iluminação, a caverna e a mansão estavam na penumbra.

Bruce caiu em direção a cadeira longe do computador em uma mesa ao canto, sua cabeça doía, ele estava um trapo, havia no canto uma grande mochila de viagem preparada, sua têmpora estava doendo.

- Deus... – Disse Bruce. – Que merda.

- Eu diria que sim, Bruce. – Disse Diana.

Bruce se viu no espelho, olheiras fundas, ainda bem que Alfred viajou, ele não o veria, com barba para fazer, e o cabelo desgrenhado.

Houvesse quem tentasse tirar Batman de sua caverna, Jocker fez a festa em Gotham, mas pelo visto, não houvesse quem tirasse ele de sua cova.

- Eu estou cansado. – Disse Bruce.

- Nós estamos tendo problemas. – Disse Diana.

- Voce podem ter todo o problema que for, mas eu sai da liga. – Disse Bruce.

– Eu treinei, você Dick, o suficiente para me suceder. – Disse Bruce.

- Eu não vou ajudar. – Disse Bruce.

- Tem outro Batman fazendo o trabalho. – Disse Bruce.

- Mas nem um conselho? – Questionou Superman.

Bruce olhou em direção ao Superman.

- Não. – Disse ele.

- Eu quero ser deixado em paz. – Disse Bruce.

- Tem tantos heróis e vigilantes em Gotham. – Disse Bruce.

- Eu treinei a maioria, se não todos. – Disse Bruce. – Uma hora vocês descobrem o que fazer. – Disse Bruce.

Eles se olharam e saíram da caverna.

Bruce olhava em direção a um computador, ele esperou alguns minutos e ligou um computador, estava em seguida, ligando várias telas e mostrando cada um dos heróis das cidades.

- Idiotas. – Disse Bruce.

- Tolos. – Ele falou.

Dentro de primeira semana que se seguia, quase ao final da sexta feira, todos os heróis estão incluídos, dois heróis de cada cidade super heroicas, poderão matar sete inocentes, do primeiro ao último, aquele que matar, deverá ser um inocente sem pecado.

Todos ali com nervos a flor da pele, estavam constantemente irritados, havia um relógio cronometrando o tempo.

Heróis, deuses, vilões e todos ali, viram e ouviram o que os deuses disseram.

- Interessante. – Disse Luthor. – Eu não teria feito melhor.

Em um bar de vilões...

Luthor estava ali sentado a uma mesa, com cartas de pôquer e fumando um charuto.

Luthor observa a sua volta, ele percebeu que eles queriam que heróis matassem, quem era ele para não ajudar, a tornar o Superman um vilão.

- Eu aposto que Superman vai sucumbir. – Disse ele.

Joker, e alguns vilões se reuniram em uma mesa redonda uma roda de conversas e jogando pôquer, ao redor deles, entre os fumantes e os vilões do submundo.

- Eu aposto que consigo fazer que Batman, mate. – Dizia o palhaço do crime.

- Quem ganha alguma coisa com isso, é o herói, não nós. – Disse Senhor Frio, além dele matar por dinheiro. – Disse Frio.

– Eu não vejo, Batman matando por aí, nem mesmo por dinheiro. – Disse senhor Frio.

- Na verdade, eu apenas vejo um Batman, mas não sei se este é o original. – Disse Pinguim.

– Mesmo que ele precisasse. – Disse Pinguim.

– Mas você percebeu algo, Joker? – Questionou Poison Ivy.

- O que, querida? – Questionou o palhaço.

- Nós não o vimos a semanas. – Disse a mulher verde.

- Você, como todos nós, sabe que o que temos aqui, não é o original. – Disse Poison.

- E você sabe que ele não mata. – Disse Crocodilo.

- Mas nós não sabemos desse novo. – Disse Charada.

- Ele teve milhares de oportunidade de matar você e não fez, e era de graça. – Disse Pinguim. – Porque ele mataria um inocente, mesmo agora por dinheiro.

- O poder corrompe, não é mesmo? – Questionou O Charada. – E a ganancia faz você cometer loucuras.

- Podemos brincar um pouco, os deixar com raiva, o suficiente para causar uma complicação e enlouquecer a ponto de matar e descontar em um inocente. – Disse Charada.

- Será que assassinato por erro cometido conta? – Questionou Charada.

- Vamos, ver o maior louco que causaram um caos a ponto de o enlouquecer, seria você. – Disse Charada.

- Já que não estamos fazendo nada. – Disse Charada. – Porque não? – Questionou Nygma.

- Voce não faria por dinheiro? – Disse. – Viu aquela quantia? – Questionou Two Face. – São 700 bilhões de dólares e 30 barras de ouro. – Disse. – Isso deixa qualquer um com ganancia. – Disse ele.

- O que ganharíamos com ele matando? – Questionou Coringa. – Além de é claro o ver matar um inocente. – Disse. – Vamos gente, ver o circo pegar fogo.

- Ele poderia dividir o dinheiro conosco, se encontrássemos a vítima. – Propôs Nygma.

- Desde quando, algum herói iria dividir dinheiro conosco? – Questionou Crocodilo.

- Porque não? – Questionou Nygma.

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