No entanto, Riana estava longe de se sentir assim.
— Eu não. Ela corrigiu, desanimada. Em seguida, entregou um cartão para Aila.
— Mas quem é essa garota? A governanta perguntou, curiosa.
— Ela que é a popular, e me convidou para uma festa na casa dela. Riana explicou. — Mas eu tenho que ir acompanhada.
Aila parecia genuinamente animada com a perspectiva da festa e não perdeu tempo em perguntar:
— Já escolheu a roupa para a festa?
Riana balançou a cabeça em negação, revelando sua hesitação:
— Eu não vou a essa festa.
A governanta tentou encorajá-la:
— Vai sim. Você pode levar o Estevan como seu acompanhante, ele é um bom garoto e nós o conhecemos.
Uma pontada de esperança surgiu no coração de Riana diante da sugestão, refletida em um leve sorriso. No entanto, ela reconsiderou rapidamente:
— Eu não teria coragem, nem nos falamos direito.
Depois de um breve momento de ponderação, ela tomou uma decisão:
— Vou conseguir um acompanhante amanhã, não se preocupe. E pode trazer meu jantar.
Com um sorriso reconfortante, Aila deixou o quarto, deixando Riana sozinha com seus pensamentos. Decidida a encontrar uma solução para seu dilema, Riana pegou o telefone e ligou para Samay. Do outro lado da linha, a voz animada de sua colega ecoou.
— Fofa, estava esperando você ligar, sabia que ia precisar de mim.
Sem hesitação, Riana foi direto ao ponto:
— Será que você pode me acompanhar ao shopping amanhã? Preciso comprar umas roupas descoladas.
Samay soltou uma gargalhada antes de responder brincalhona:
— O que eu ganho com isso?
Riana respondeu, tentando ser gentil:
— Pode comprar o que quiser para você.
A resposta pareceu agradar Samay instantaneamente:
— Agora você falou minha língua. Amanhã na hora do almoço.





