Superando Barreiras

Zuleica sorri para Jamile, pega a garrafinha de água e toma.

– Obrigada meu anjo, tem o meu filho, deixa ver se lembro o número dele – esfregando a testa ela tenta lembrar.

– Não tenha pressa, se acalma primeiro. – Limpando os machucados do tombo tentar acalma-la, ela está muito nervosa.

Lembrando o número do filho, passa para Jamile que liga em seguida.

– Oi querido, eu estou aqui no centro, fui assaltada levaram tudo– fala chorando.

– Como assim mamãe, você está aonde?

– Estou numa praça aqui em frente ao casarão amarelo.

–Não saia daí já estou indo.

– Estou com uma linda jovem, ela me ajudou e emprestou o celular dela para ligar para você.

– Está bom, em quinze minutos eu chego aí.

Ele desliga e Jamile guarda o celular, ela não quer deixar aquela senhora sozinha, está muito preocupada com a segurança dela ali.

– Muito obrigada querida, eu saio pouco de casa, vim no centro, porque amanhã é aniversário do meu filho ele vai fazer vinte e nove anos, e eu estava vendo um presente para ele.

– Aqui é perigoso, mas o melhor horário para andar por aqui com menos riscos é na hora do almoço que tem mais movimentação.

–E eu decidi vim depois do almoço– fala com as mãos na cabeça.

– Graças a Deus que foi só coisas matérias que eles levaram, essas coisas obtemos de volta.

– Verdade minha linda, como você se chama meu anjo?

– Jamile, e a senhora? – pergunta com um sorriso.

– Zuleica querida, eu acabei de arrumar uma amiga mais que alegria.

– Prazer Dona Zuleica, sim eu estou feliz de poder ser sua amiga rsrsrs.

Quinze minutos depois um sedan prato para na frente delas e Zuleica diz que é o seu filho que chegou.

– Querida, vou pegar com ele um papel e você anota seu número para marcarmos um chá.

– Claro, marco sim, será um prazer tomar um chá com a senhora. – diz com sorriso Largo.

– Mamãe, como você está? – ele diz se aproximando.

– Estou bem meu filho, essa é a Jamile meu anjo da guarda– diz ela apontando para Jamile.

– Você.... parece que hoje foi dia de nos encontramos – diz Ronaldo estendendo a mão para Jamile.

– Coincidências acontecem rsrs, eu a encontrei caída aqui e ajudei só isso.

– Não querida, só isso não, você foi solidária a minha dor, hoje em dia é difícil alguém socorrer uma pessoa.

– Dona Zuleica eu só fiz minha obrigação como cidadã, agora estou aliviada que a senhora está entregue.

– Eu vou te levar em casa, venha, vamos para o carro. – Ronaldo fala olhando para Jamile.

– Não há necessidade eu pego o ônibus ali no ponto.

– Por favor querida, é o mínimo que podemos fazer agora. – Zuleica pega no braço de Jamile a levando para o carro.

Eles a deixam na porta de casa, ela anota o número do telefone como combinado e agradece dá um beijo na testa de Zuleica e sai.

–Filha você saiu para comprar um sapato e demorou, estávamos já preocupados com você– João fala ao vê lá entrando em casa.

–Eu ajudei uma senhora que foi assaltada no centro, ela estava caída, fiquei com ela até o filho dela chegar, eles me trouxeram para casa – colocando a sacola no sofá, vai tomar café da tarde com seus pais.

–O centro é muito perigoso, sua mãe disse que conseguiu o emprego?

–Sim papai, começo segunda feira, inclusive o filho da Dona Zuleica quem ajudei, foi a pessoa que me entrevistou lá na Editora.

– Nossa que mundo pequeno – Carmem fala dando risada.

– Jamile, e a senhora? – pergunta com um sorriso.

– Zuleica querida, eu acabei de arrumar uma amiga mais que alegria.

– Prazer Dona Zuleica, sim eu estou feliz de poder ser sua amiga rsrsrs.

Quinze minutos depois um sedan prato para na frente delas e Zuleica diz que é o seu filho que chegou.

– Querida, vou pegar com ele um papel e você anota seu número para marcarmos um chá.

– Claro, marco sim, será um prazer tomar um chá com a senhora. – diz com sorriso Largo.

– Mamãe, como você está? – ele diz se aproximando.

– Estou bem meu filho, essa é a Jamile meu anjo da guarda– diz ela apontando para Jamile.

– Você.... parece que hoje foi dia de nos encontramos – diz Ronaldo estendendo a mão para Jamile.

– Coincidências acontecem rsrs, eu a encontrei caída aqui e ajudei só isso.

– Não querida, só isso não, você foi solidária a minha dor, hoje em dia é difícil alguém socorrer uma pessoa.

– Dona Zuleica eu só fiz minha obrigação como cidadã, agora estou aliviada que a senhora está entregue.

– Eu vou te levar em casa, venha, vamos para o carro. – Ronaldo fala olhando para Jamile.

– Não há necessidade eu pego o ônibus ali no ponto.

– Por favor querida, é o mínimo que podemos fazer agora. – Zuleica pega no braço de Jamile a levando para o carro.

Eles a deixam na porta de casa, ela anota o número do telefone como combinado e agradece dá um beijo na testa de Zuleica e sai.

–Filha você saiu para comprar um sapato e demorou, estávamos já preocupados com você– João fala ao vê lá entrando em casa.

–Eu ajudei uma senhora que foi assaltada no centro, ela estava caída, fiquei com ela até o filho dela chegar, eles me trouxeram para casa – colocando a sacola no sofá, vai tomar café da tarde com seus pais.

–O centro é muito perigoso, sua mãe disse que conseguiu o emprego?

–Sim papai, começo segunda feira, inclusive o filho da Dona Zuleica quem ajudei, foi a pessoa que me entrevistou lá na Editora.

– Nossa que mundo pequeno – Carmem fala dando risada.

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