Submissa Comprada pelo CEO II

Fui para o escritório e comecei a encher a cara, a beber, a me entregar a bebida e não sabia o que eu ia fazer. Ela se trancou no quarto, não quis me ouvir, não quis falar comigo. Eu ainda estive na porta do quarto dela e nada dela me atende. Eu precisava falar com ela, sentir o cheiro, mas ela não quis.

Meu coração está desesperado, querendo estar com ela. Saí do escritório com a cara de ontem amarrotada, a boca amarga, uma ressaca. Após tomar duas garrafas de uísque, as garotas foram para o hotel.

E quando chego na porta do escritório, que respiro fundo com os olhos ainda fechados, sem conseguir abrir, eu olho, a guardiã olha para mim assustada.

— O que aconteceu dessa vez?

Eu estava mudando, eu estava sendo outra pessoa. Ela estava acabando comigo, ela estava me mostrando que eu não era o tão poderoso Glay. Eu sabia que algo estava errado. Passei a mão no rosto e disse, fala de uma vez.

— DIZ GUARDIÃ?

— A Melinda foi embora.

— Não. Grito a segurando pelos braços. — Diz que isso e mentira?

— Por favor! SENHOR…

Ela começa a chorar e eu me assusto. Era verdade? Sai correndo pela casa e em gritos.

— MELINDA? Eu saí correndo pela casa, subi nas escadas, tropeçando e gritando. — Melinda… Melinda! Me joguei ao chão do quarto. — Por favor, não faça isso comigo, Melinda. Cai na porta do quarto dela. — Por favor, eu te amo, Melinda, eu te amo.

Eu caí no corredor, na porta do quarto dela, quando vi as gavetas vazias. As roupas jogadas sobre a cama e ela parecia que ela procurava algo. E em cima da cama, a camisola e abracei aquela camisola e chorei.

Me assusto comigo ao me ver chorando ali jogado ao chão. Me senti o pior dos homens, muito frágil, abandonado e não suportei a dor. E eu caí ali, chorando desesperadamente. Me desesperei quando ouvi a palavra.

“Melinda foi embora.”

A minha vida desabou naquele momento. Todo o dinheiro, toda a posição, tudo que eu tinha não valia nada. Era como se eu não fosse nada e perdi tudo. O único amor da minha vida e eu perdi até a minha dignidade.

— Senhor, aonde vai?

Eu não conseguia ouvir nada, apenas sair correndo pelas ruas e não dei conta de como eu estava, apenas precisava respirar e corre atrás dela. Eu saí pelas ruas e eu ia fazer uma loucura nesse momento. Andei pelas ruas da cidade, à procura de uma porta, do que fazer, aonde ir, com quem falar.

— O que vou fazer?

Quando eu me olhei, eu estava na porta de casa, descalço, uma calça de moletom, um quimono de veludo, azul-marinho. Olhei desesperadamente para todos os lados, em frente à minha casa, sem rumo, sem ira, sem beira, à procura dela.

Mas ela já não estava mais ali. Eu sabia que ela tinha me deixado, que ela se foi. Respirei fundo, desesperado, quando olhei o carro parado e eu tinha certeza de que era o maldito. Corria tanto que tropecei em minhas pernas e me aproximo.

Eu acertei, que era o Noah.

— O que você faz aqui, seu maldito? O que você está pensando? Eu gritava sem para e socava o carro com tudo. — Você acha que pode vir na minha casa e me desafiar?

— É louco? Ele empurra a porta e eu o arranco dali.

— Cadê ela? Desgraçado… desgraçado! Eu comecei a bater nele e ele tentava revidar. Eu o joguei em cima do carro, amassei todo o carro. E nós pegamos na mão, quando eu olhei para ele todo ensanguentado. — Cadê a Melinda?

— Ela se foi e se livrou de você e nunca mais a terá.

Entre brigas e chutes, nos dois ali se pegando e ele dizendo coisas horríveis e claro ele sabia de tudo. Sou puxado pelo roupão e ele gritando.

— Maldito ela se livrou de você. Ela quer se feliz e ser amada e você não presta.

— Vou matar você… Grito e o George me segura e ouço o barulho da sirene. — Vou acabar com você juro…

— O que está acontecendo aqui? O policial se aproxima e ódio veio na hora. E já ia começar a minha vingança.

— Esse maldito tentou me assaltar. Ele me olha e ri. — Ainda rir. — Ele tentou entrar na minha casa esse maldito!

— Mentiroso…

Ele grita e tenta me empurrar. E dou dois passos.

— Sou Matteo Glay e veja quem é esse ladrãozinho. Eu estava jogando alto e ia acabar com ele e a minha vez. — Ele e um ladrãozinho barato.

— Maldito vai me pagar por isso.

Ele e segurado pelos policiais e eu quase ri.

— Você está preso! Ouço aquelas palavras e dei risada.

MELINDA KEEN GLAY

Ainda abri os olhos, respirei fundo quando eu sinto uma mão na tocar a minha e quando se aproxima do meu rosto que eu consegui abrir totalmente os meus olhos apertando a minha mão. Achei que fosse ele, o meu coração disparou as minhas pernas e tremia de saber que ele poderia ter vindo atrás de mim e me buscar. Mas quando os meus olhos abriram totalmente, eu vi que não era ele. Ele me deixou.

Senti que eu estava acordando. Parecia que eu tinha dormido uma eternidade, o cheiro forte do hospital.

Meu corpo todo doía. É engraçado que meu ventre também queimava a arder, uma sensação estranha. Quando tento me virar, eu passo um momento no meu ventre e algo estranho em minha calcinha.

Balanço a cabeça sem entender muita coisa. E quando abro os meus olhos completamente, eu olho o homem sentado novamente na poltrona com a mão na cabeça. E quando ele me vê acordando, ele corre para a beirada da minha cama, segura minha mão, aperta forte e diz:

— Olá! Estranha! Ainda bem que você acordou. Olhei assustada para ele, e vejo que parecia estar ali a bom tempo. Tento me move e ele me segura. — E melhor ficar quieta, está com algumas costelas quebradas.

— O que estava acontecendo? Ele, muito bonito, rosto largo, apertava minha mão, cheiro bom. — O que você faz aqui, moço?

— Desculpa. Fui o culpado do seu acidente.

— Quem é você?

— Sou o Bernardo Cassiles. Sou aquele que vai mudar a sua vida.

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