O Fio Invisível Que Nos Une

Dominic

5 anos antes.

A minha vida era a mesma correria de sempre, mas isso de certa forma a me fazer feliz, mas o que me fazia mais feliz ainda era acordar todas as manhãs e ver a minha linda esposa grávida de 6 meses deitada do meu lado em um sono tranquilo às vezes eu tanto tempo parado a observando dormir que esqueço de fazer às minhas coisas era assim todas às vezes sempre me atrasava para ir para a empresa havendo dormir ou olhando a sua barriga no momento exato que o nosso bebê mexia isso me fazia ficar muito encantado cada vez que o pezinho do nosso filho passava em sua barriga era como se ele quisesse sair para fora isso era uma coisa totalmente mágica.

Novamente aqui estou eu olhando Donna dormir calmamente e o nosso filho se mexendo hoje ela teria uma consulta com o seu médico e eu bem que queria acompanhar ela, mas não posso, pois hoje tem uma reunião muito importante e mesmo que eu seja o dono da empresa eu não posso desmarcar porque essa reunião será crucial para podermos crescer a empresa Mundialmente eu poderia muito bem mandar qualquer outra pessoa para essa reunião para me representar, mas dessa vez não seria possível porque a pessoa que queria a minha presença e sei que Donna compreende isso e nunca me julga porque ela sabe que eu estou correndo atrás do futuro do nosso filho que está para nascer.

— Amo vocês — digo dando um beijo em sua barriga no exato momento em que o bebê dá um chute.

— A gente também te ama — Donna falou com os olhos fechados e um sorriso no rosto.

Sorri para ela, lhe dei um selinho.

— Eu tenho que ir, amor — digo para ela me sentando na cama e te olhando.

— Vai com Deus — Donna falou enquanto bocejava e esticava o corpo.

Toquei a sua barriga com carinho, sentindo que hoje o nosso menino estava cada vez mais agitado.

— Você tem certeza que não quer que eu vou com você? — perguntei olhando para ela um pouco preocupado.

Donna abre aquele sorriso que me encanta a cada segundo e ela sabe que me tem na palma de suas mãos.

— Não precisa, você tem coisas importantes para fazer e não fique preocupado que eu não demorarei muito na rua, eu vou no médico e depois eu irei ao shopping para escolher os últimos detalhes do enxoval do bebê — Donna falou com carinho tocando a sua barriga de oito meses.

— Tudo bem — digo para ela me dando por vencido.

Dei um último beijo nos seus lábios, me levantei e fui em direção ao banheiro, assim que entrei fiz minha higiene, em seguida fui para o closet, rapidamente me troquei e fiquei me olhando no espelho por alguns segundos enquanto arrumava a minha gravata eu tinha um sorriso em meu rosto mais o motivo desse sorriso era Donna e o nosso bebê que estava a caminho.

Após pronto voltei para o quarto e fui até a minha esposa que ainda estava deitada lhe dei mais um beijo E mais uma vez perguntei se ela não queria que eu fosse com ela e Donna respondeu ela ficaria bem e que quando chegasse em casa me avisaria, para mim, não ficar preocupado.

— Tudo bem, mas não deixe de me avisar — digo para ela com pequeno sorriso.

Donna sorriu.

— Sim, senhor — Donna falou brincando e fazendo sentido que nem um soldado.

Comecei a rir da sua palhaçada, dei um beijo em sua barriga e caminhei pelo quarto indo em direção à porta e assim que passei pelo umbral parei por alguns segundos e olhei para ela uma última vez e de repente eu comecei a sentir uma coisa estranha como se fosse a última vez que eu iria ver ela balancei a minha cabeça em negação.

— Eles ficaram bem — digo para mim mesmo querendo confiar em minhas próprias palavras.

Fechei a porta do quarto e andei a passos pelo corredor, mas a todo instante os meus pensamentos iam encontrar a Donna e ao nosso filho E mais uma vez aquela sensação de que eu não iria mais vê-los se fez presente, eu não poderia ficar com esses pensamentos porque pensamentos negativos sempre atraem outros pensamentos negativos então foquei no meu caminho e que eu iria para a empresa para dar um futuro para o nosso filho.

Já no andar de baixo encontrei Rosemary limpando algumas coisas assim que me viu parou o que estava fazendo veio até mim me dando um abraço e um beijo no rosto Ela perguntou se eu iria tomar café e eu falei que eu teria que ir para empresa, mas que Donna iria tomar o café antes de sair me despedi dela quando cheguei na porta me virei e a chamei fazendo ela me olhar.

— Quando Donna estiver em casa me avisa por favor — pedi para ela sentindo aquela sensação ruim novamente.

— Pode deixar — Rosemary falou me olhando de jeito estranho.

Sorri par ela me virei e passei pela porta quando estou do lado de fora parei por um segundo pensei em ir dirigindo mais mudei de ideia rapidamente e pedi para o Marcelo buscar o carro para ele me levar e rapidamente o homem fez o que pedi e em poucos segundos já estava dentro do veículo indo para o serviço mais aquela sensação não me deixava.

— Que sensação ruim e essa? — perguntei para mim mesmo com o cenho franzido.

Passei a mão em meu peito para passar essa sensação horrível que eu estava sentindo do nada.

— O senhor está se sentindo bem? — Marcelo perguntou me olhando pelo retrovisor com preocupação.

— Estou sim obrigado — digo para ele agradecendo pela preocupação.

Em instantes chegamos a empresa falei para Marcelo voltar para casa, pois seu precisasse lhe mandaria uma mensagem, então caminhei a passos rápidos para dentro do prédio, todos que me viam me cumprimentavam, eu somente balançava minha cabeça em concordância e assim que cheguei perto do elevador vi meu amigo Jonas parado em frente me esperando com um sorriso.

Capítulos
Personalizar
Próximo Capítulo

Você pode gostar

Logo
Seu guia para os melhores dramas curtos online. Prévias gratuitas, informações completas do elenco e links para plataformas oficiais — tudo em um só lugar.
©2026 PinesDramas Todos os direitos reservados