Meu amante dominante

Sinto um calor entre as minhas pernas e uma necessidade louca de estar no lugar dela, está decidido eu quero esse homem pra mim, custe o que custar!!

Tento sair de fininho mais como sou estabanada esbarro em alguma coisa que não tenho ideia do que tenha sido trazendo a atenção dos dois pombinhos para mim.

— É... Desculpe atrapalhar, só vim pegar uma garrafa de água. Abro a geladeira e pego a garrafa, tento sair sem olhar para o casal mas sou chamada pela professora.

— Lisa neh? É... Ela tenta falar mais a interrompo.

— Não precisa se preocupar professora, eu não vi nada. Digo ainda de costa para eles.

Saio dali correndo e quando chego na sala dou de cara com Emma.

— Estava te procurando doida, tava aonde?

— Foi no banheiro lavar meu rosto e depois na cozinha pegar uma garrafa de água para não ficar doidona. Digo levantando a garrafa para ela e omitindo o fato de ter visto o diretor e a professora de ética praticamente fodendo na cozinha.

— Vem, quero te apresentar um amigo. Ela diz me puxando.

Ela me apresenta Luan, um menino da sua sala, um gatinho. Logo estamos dançando no meio da sala com a galera, eu levanto os braços e começo a rebolar sensualizando e Luan se encosta me sarrando, dou uma leve olhada para o lado e vejo o diretor me encarando sério a professora não está ao seu lado, eu não ligo e continuo dançando agarrada a Luan.

Fico pensando se a professora é namorada, esposa, ficante ou apenas uma foda do dia dele.

Começo a sentir a mão boba de Luan e isso me incomoda, não que eu seja uma virgem pura, mais não curto isso na frente dos outros então saio de seus apertos e digo que vou ao banheiro mais na verdade eu vou é para o campus.

Saio da festa tentando não ser vista, peço um motorista pelo aplicativo e no caminho da casa do professor até o campus fico pensando no que eu vi naquela cozinha, fico pensando se eu devo tentar ter algo com ele ou se tiro isso da minha cabeça. E se ele for casado? E se ele tiver filhos? Esses são meus primeiros pensamentos, mais como eu não quero ter compromisso com ele resolvo investir, é só uma transa!

[...]

Assim que entro no meu quarto e começo a tirar a roupa para ir tomar um banho ouço batidas na porta, estranho mas acabo achando que é Emma que esqueceu a chave aqui, isso sempre acontece. Vou abrir a porta só de lingerie mesmo, mais dou de cara com o diretor que me olha de cima a baixo com um olhar de desejo, me dou conta do meu estado e vou correndo pegar a toalha, e no mesmo momento ouço a porta se fechando.

Olho em direção a porta e ele está lá me olhando com cara de predador e eu aproveito para atacar deixando a toalha cair do meu corpo. Me aproximando dele vagarosamente sem tirar meus olhos dos seus e digo:

— Queria falar comigo senhor diretor? Faço a voz mais sexy que consigo.

— Queria conversar com você sobre eu e Abigail... Mas poderia colocar uma roupa primeiro. Posso sentir o quanto ele esta se segurando.

— Não!! Não vou colocar roupa nenhuma, primeiro por que estou em meu quarto! Segundo porque eu não lhe convidei a entrar, entrou por que quis mesmo sabendo que eu estava só de peça íntima e terceiro, não precisa se preocupar eu já disse que não vou falar nada para ninguém!

Abraço ele e começo a beijar seu pescoço o fazendo gemer bem baixinho, digo em seu ouvido.

— Estou louca para sentir o seu potencial. Beijo sua boca ferozmente.

— Menina... Não meche com fogo porque você pode se queimar.

— Nesse momento é o que eu mais quero senhor diretor! Digo ainda lhe beijando.

Ele segura meus dois braços e me afasta, fico frustrada com sua atitude sei que ele também quer, droga!! Fui oferecida demais, mamãe sempre disse que quanto mais difícil a mulher mais os homens se apaixonam.

— Aí meu Deus, desculpa diretor. Falo envergonhada e vou direto para o banheiro me trocar. Que ridícula eu sou, que vergonha.

Saio do banheiro já de roupa e vejo ele sentado na minha cama olhando um porta retrato meu com mamãe, eu era pequena.

— Você se parece com sua mãe! Ele diz olhando a foto.

— Todo mundo diz isso. Pego o porta retrato de sua mão e coloco no lugar. — Olha Christian, vamos esquecer o que aconteceu... Não precisa se preocupar eu não contarei nada sobre a festa e nem sobre o que aconteceu aqui, dou minha palavra que isso não vai se repetir mais.

— Lisa, vem aqui. Me aproximo dele e sento ao seu lado. — Não se sinta mal por isso, você não tem noção do quanto eu te quero mas não sou homem para você.

— E por que você não é homem para mim? Se seu medo é eu ser virgem pode ficar tranquilo, eu não sou! Digo o encarando.

— Não é isso Lisa... Ele dá uma pausa. — Eu gosto de coisas que você não tem nem noção, gosto de coisas que poderia machucar seu corpo tão frágil.

— Eu imagino o que seja... Nunca fiz, mas nada impede de eu tentar.

— Lisa... Eu e Abby...

— Não Christian!! Não quero saber dela, não agora!! Se você quiser me ensinar ok, se não quiser é só você ir embora e esquecemos tudo que aconteceu.

Ele fica pensando por um tempo andando de um lado para o outro, sinto que ele está em dúvida, passa a mão na cabeça e no rosto, balança a cabeça negativamente várias vezes até que para e me encara como se já tivesse decidido o que fazer e meu coração nesse momento parece que vai sair pulando sozinho por aí.

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