INCESTO: Doce Pecado

Meu nome é Larissa e esse é o meu conto.

Faz anos que o meu pai morreu e a minha mãe viveu a muito tempo sozinha, eu e meu irmão sempre falávamos para ela arrumar alguém, querendo ou não, nós desejamos a felicidade dela. Meu irmão mais velho Félix se casou e agora vive com a sua esposa, minha mãe tem quarenta anos e acha que nenhum homem vai querer ela, mas já recomendei ela sair e viver a sua vida. E graças a Deus a mesma me ouviu e foi curtir, a única coisa que eu não esperava era que a mesma encontrasse um homem um pouco mais novo que ela.

O nome dele é Carlos e o mesmo tem trinta anos e é muito lindo, ele é alto e é negro, o mesmo é um pouco gordo, mas não muda o fato dele ser bastante lindo. A cor dos seus olhos é um azul claro e parece que o mesmo também tem uma filha que já se casou. ― O maior problema é que os dois estão morando juntos agora e eu sempre fico ouvindo os gemidos da minha mãe, esse homem deve ser muito bom, para fazê-la gritar daquele jeito.

Eu tenho vinte anos e só transei uma vez na minha vida e foi com o meu ex-namorado, eu terminei com ele ao pegar o mesmo me traindo, depois dele nunca mais tive nenhuma relação sexual com ninguém. E ficar ouvindo a minha mãe gritar de prazer é realmente chato, meu corpo fica pegando fogo querendo ter um pau dentro de mim.

Eu realmente não presto para ser filha dela, porque aqui estou eu, desejando o novo marido da minha mãe.

****

18:00 ― Casa da Larissa. ― São Paulo.

Entrei em casa bastante cansada ao chegar da faculdade, o professor realmente acabou conosco ao passar aquela atividade.

― Filha, que bom que chegou. ― Vejo a minha mãe vindo até mim toda arrumada e com uma mala.

― Para onde vai, mãe? ― Questionei sem entender.

― Tenho uma reunião de trabalho e preciso viajar por dois dias, vai ficar tudo bem? ― Olhei para trás dela vendo o Carlos nos encarando.

― Claro, eu vou passar mais tempo estudando do que nada, boa viagem , mãe. ― Ela me deu um sorriso.

― Vejo vocês daqui a dois dias. ― Ela beijou a minha bochecha e foi até o Carlos.

Desviei o olhar ao ver que os dois praticamente se engoliam, minha nossa.

― Tenho que ir, vejo vocês daqui a dois dias, se comportem. ― Neguei com a cabeça.

Ficamos na porta á vendo entrar em seu carro e ir embora, olhei de relance para o Carlos.

― Bom, eu vou indo para o meu quarto. ― Avisei e o mesmo acenou com a cabeça.

― Vou fazer o jantar, assim que estiver pronto eu te chamo.

― Tudo bem.

Subi as escadas e fui para o meu quarto, me joguei na cama bastante cansada.

Ficar sozinha com esse homão sexy da porra vai ser difícil.

― Bom, vou tomar um banho e terminar o exercício.

Vou para o banheiro e tiro as minhas roupas deixando no cesto de roupas sujas e entrei no box, liguei o chuveiro deixando água cair sobre o meu corpo.

― Ah, eu precisava disso.

****

Saí do banheiro com a toalha envolta do meu corpo e fui para a cama, depois eu coloquei a roupa. Fiquei deitada olhando para o teto sem saber o que fazer agora, mordi os lábios com uma ideia que veio na minha mente.

Ele vai me chamar daqui a pouco, desculpa mamãe, mas o seu homem é lindo demais.

Tirei a toalha do meu corpo e comecei a passar a mão na minha buceta, soltei um pequeno gemido ao estimular o meu clitóris rapidamente.

― Porra!!

Abri mais ainda as pernas e inserei um dedo dentro da minha buceta e meu corpo todo se arrepiou com isso. Logo escutei batidas na porta e meu coração acelerou, resolvi fingir que nem ouvi e soltei um gemido alto ao estimular mais ainda.

― Oh... Carlos! ― Gemi o seu nome um pouco alto.

Fechei os olhos e inseri dois dedos e gemi alto ao estar chegando perto do clímax, eu estava tão presa no prazer que nem ouvi a porta abrindo, só soube que tinha mais alguém no quarto quando a cama afundou. Abri os olhos e vi o Carlos tirar os meus dedos de dentro de mim e me chupar.

― Ah Carlos!! ― Segurei seus cabelos.

Puta merda!! Isso é um sonho!? Ele realmente veio!!?

― Você realmente é uma puta, me provocando desse jeito, hein?

Ele deu um tapa na minha buceta e isso me fez gemer manhosa.

― Veja o que você fez comigo. ― Ele tirou a sua calça junto com a cueca e vi o seu pau duro.

Mordi os lábios e abri as pernas mais ainda.

― Me fode!

Ele rosnou excitado.

― Você quer né caralho, então você vai ter.

O mesmo me virou de bruços e subiu em cima de mim e senti a cabeça do seu pau na minha buceta, gemi alto quando ele me penetrou.

― Porra, que buceta gostosa do caralho!

― Ah.. C-Carlos isso me fode!

Ele apoiou suas mãos em meu ombro e começou a ir foder forte e fundo.

― Ahh... C-C-Carlos!!! Hum!

― Caralho Larissa! Que buceta deliciosa!

― Ela pode ser somente sua... Ohhh!!

― Sua vagabunda!!

O mesmo saiu de dentro de mim e me puxou para ficar de quatro, logo voltou a me penetrar.

― S-S-Sim.... S-Só sua se quiser!! ― Gemia feito uma puta.

― Sua buceta é melhor do que a da sua mãe! Porra que gostoso!

Ele segurou a minha garganta e me puxou para eu encostar minhas costas em seu peito.

― Ahh isso!!

Comecei a rebolar em seu pau duro dentro de mim.

― Vagabunda do caralho!!

O mesmo beliscou o bico do meu peito com força, isso arrancou gemidos alto de mim.

― E-Eu vou gozar!! ― Avisei com dificuldade.

― Ainda não sua puta!

Ele me empurrou para cama e saiu de dentro de mim, fazendo eu gemer decepcionada com isso, o mesmo se abaixou e chupou a minha buceta me fazendo gritar de prazer.

― C-Carlos!!

O mesmo deu uma mordida no meu clítoris e isso me fez gemer manhosa.

― Merda, acho que posso acabar me viciando nessa sua buceta novinha.

Ele voltou a me penetrar e me beijou com ferocidade, passo as pernas envolta da sua cintura o querendo mais fundo em mim.

― Caralho, eu vou gozar! ― Falou entre o beijo.

― Goza em sua enteada, me preenche com a sua porra!!

Ele rosnou e aumentou a velocidade e senti o seu pau tão fundo dentro de mim que isso me fez revirar os olhos de prazer.

― C-C-Caralho!! ― Gemi alto ao gozar no seu pau.

O mesmo morde os meu lábios e depois lambe e gemeu ao gozar dentro de mim, isso me fez gemer manhosa ao sentir a sua porra me preenchendo.

― Caralho, essa foi a melhor transa da minha vida. ― Falou e saiu de dentro de mim. ― Agora me pergunto, como eu vou transar com a sua mãe depois disso?

Dei uma risada safada e passei a mão em seu peito.

― Você sabe onde fica o meu quarto, pode vir a vontade que iremos se divertir.

Ele deu um tapa na minha bunda.

― Oh, pode ter certeza que eu vou vim.

Mal posso esperar.

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