IMPÉRIOS- UMA HISTÓRIA CONTADA POR TODOS

DIAS ATUAIS 1646...

Caspian enxergava seu reino natal ao longe, via as curvas da terra que nasceu se apresentar no horizonte, o principe vinha de mais uma aventura no mar, ao lado de seu irmão Synyster, olhava para trás onde via a bela mulher e corpo esbelto , vestia um vestido avermelhado e cabelo escuro sair dos convés, onde ele e ela haviam passado momentos luxuosos e prazerosos consumidos pelo desejo do corpo um do outro, Seu irmão havia dado carona para a moça, já que essa procurava uma nova vida, então partiu para um novo continente , um continente conhecido como IMPÉRIOS lar de Minestirianos e Alvorienses .O jovem príncipe, de olhar avelã e cabelo curto até os ombros e escuro, lança um olhar charmoso para a moça que logo retribuí, ambos em um sorriso provocativo que dizia muito sobre o que haviam feito a pouco tempo nos convés, Synyster finge não notar as trocas de olhares entre a mulher e seu irmão, pois, ele mesmo já provará do sabor das curvas da bela morena, logo Caspian sobe para o mastro, afim de sentir o vento beijar seu rosto com sua leve brisa, seu liso e escuro cabelo voava ao vento sem parar, Caspian se sentia livre, quase podia dizer estar voando, ele amava aquele ar de liberdade, logo tira seu foco do horizonte e sorri para seu irmão e capitão, ele logo fala:

__Estamos chegando á nossa terra natal, irmão o que tens a dizer?

Synyster olha torto para Caspian sabendo que era um sarcasmo, sorri no mesmo ar de sarcástico e fala:

__Nada melhor do que voltar para casa.

Ele fala em tom sarcástico, Caspian conhecia Synyster para saber que aquele tom era sarcástico, e logo comenta no mesmo tom para seu irmão:

__Saudade de nosso pai...

Ambos riram, pois , sabiam muito bem que não estavam, com saudade do rei, pois o mesmo sempre tratou tanto Caspian quanto Synyster de maneira despresível, algum tempo depois, eles já estavam para ancorar próximos a terra, Caspian logo sai do navio, e segue de bote até as margens do porto, junto a outros marujos, onde são recebidos assim que o mesmo atraca , Caspian logo se despedia de alguns marujos e carrega consigo seu saco de couro sobre suas costas, amarra seu cabelo para trás, logo o mesmo nota um guarda ali, parado, um guarda loiro, e bem afeiçoado, mostrava ser bravo e nem falava, Caspian deduz que o rei mandou o guarda para busca lo, era um rapaz jovem, o principe o cumprimenta e Mikhael retribui o cumprimento ao mesmo com educação. O jovem guarda tinha uma educação exemplar e vinha de uma família humilde, ele se sentia honrado em pode estar ali junto a um dos principes do reino, pois, Mikhael se empenhou muito para chegar ao título de guarda real da coroa de Minestirith.

MOMENTOS DEPOIS....

Depois que o jovem guarda acompanhou o principe até o castelo, eles haviam conversado muito no caminho, Caspian pode notar que Mikhael era reservado e não falava muito, mas que parecia ser um guarda real de confiança, com isso, o principe se despede de Mikhael e segue para dentro do castelo, onde Caspian reve uma velha amiga, uma das criadas que ele mantinha um relacionamento intimo antes da viagem, e ela de fato estava muito mais bela do que antes, o que logo captura a atenção do mesmo, o farto busto da moça, suas curvas, o sorriso seu cabelo loiro mais comprido, e cachos belos e volumosos, havia passado se três luas que Caspian não a tinha visto, de pronto ele lançou um olhar cortejador a mesma, o principe em segundos recorda se dos momentos juntos, onde ela não só preparava seu banho mas também banhavam se juntos, mantendo um relacionamento intimo e sexual dia após dia, hoje não seria diferente, ele logo pede que ela prepare seu banho, ela lança ao principe um olhar sedutor, a mesma sabia o que ele de fato queria, o que ele gostava, ela lança ao Caspian aquele olhar...Logo , que a mesma começa a organizar as bacias para encher para o banho do principe, Caspian vai até a cozinha onde ele encontra sua segunda mãe, ele tinha um carinho intenso, por ela, ele logo chega e dá um forte abraço em Tina, a cozinheira do castelo, já de certa idade ela muito ajudou na criação dos principes, mas Caspian fora sempre o favorito dela, o homem era rejeitado pelo pai, mas amado pela mãe e pela cozinheira, ali eles conversam um tempo, até que o principe se despede de Tina e parte para seus aposentos, ao chegar, Erica estava lá, sorria maliciosamente para ele, Caspian larga sua bagagem sobre sua cama e devolve o mesmo sorriso a ela, aos poucos ele começa desabotoar sua camisa, logo o mesmo fala:

__Não sabes o quanto lhe desejo agora...

Ela retribui o sorriso e caminha até ele de forma sedutora e silenciosa, e começa a desabotoar a camisa do mesmo, as mãos dele , vão para os botoes do vestido dela, em uma voz sedutora e mansa ela fala:

__Senti sua falta Caspian...

O principe sorri atrevido para ela, e logo a puxa pela cintura, entrelaçando em um beijo, safado e intenso, aos poucos despindo a, ela fazia o mesmo com ele, despindo o mesmo, ali, Caspian a coloca de quatro em um comodo do quarto e ali ele a faz dele, naquele momento, em meio a gemidos prazerosos, e muito prazer, o comodo fazia um forte barulho arrastando no chão, logo ambos vão para a banheira, onde o principe a consome como um viciado, cada curva e exuberância no corpo dela o deixando mais e mais excitado, em meio a banheira o fervor do momento se exalava, Erica não cansava de gemer e gritar o nome de Caspian, lhe falando loucuras e pedindo loucuras ao pé do ouvido do mesmo, ambos se divertiam em grande agrado.

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