Grávida do CEO mafioso - Irmãos Rodrigues Livro 1

Ricardo

Não sei mais por quanto tempo consigo levar essa relação com Willow. Karina já está desconfiada das minhas constantes reuniões depois do horário comercial. Minha sorte é que moramos em uma cidade mais afastada da capital.

Mais uma vez estou chegando em casa depois do horário do jantar e a primeira coisa que encontro é sua careta de insatisfação. Mas estou pouco me lixando. Meu corpo está vibrando de tesão depois de mais uma vez ser rejeitado por Willow e é melhor descarregar nela que em punheta.

Vou em sua direção e a agarro, beijando e roçando minha ereção que ia e vinha com meu pensamento nos momentos com Willow.

― Que tesão é esse outra vez? Anda chegando muito tarado.

― O que acha de um banho comigo? ― ignoro sua pergunta.

Ela não se importa. Passa as mãos pelo meu pescoço.

― Eu acho que estou gostando dessas suas reuniões. Larissa está dormindo. Vamos.

A pego no colo e subo as escadas para o quarto no segundo andar.

Transo com Karina enquanto imagino Willow de quatro para mim, apertada e lisinha como a imagino.

Preciso comer essa mulher antes que isso acabe. Porque sei que não vai demorar a acabar. Simplesmente não posso deixar tudo que construí, não posso deixar minha filha e minha mulher. E tenho certeza de que aquela garota não aceitaria continuar como minha amante.

Depois do sexo, Karina me serve o jantar.

― Vai trabalhar amanhã? ― pergunta.

― Não. Esse fim de semana está reservado para minha esposa e minha filha ― respondo.

Aproveitei que Willow vai trabalhar para dizer que vou passar o fim de semana visitando meus pais. Já fiquei o sábado passado com ela. Ficar muito tempo longe de casa é suspeito.

― Perfeito. Então o senhor vai buscar sua filha amanhã no colégio.

― Aula sábado? Não me lembro de ter aula sábado.

― A diretora está fazendo uma experiência. Dará aulas extras aos sábados de coisas como teatro, culinária, arte, artes marciais e outras coisas úteis na rotina das crianças.

― Vamos juntos buscá-la. Podemos levar a Larissa para tomar um sorvete ― sugiro. O que lhe rende um sorriso.

Esse caso com Willow está fazendo bem ao meu casamento.

― Adorei a ideia.

**

No dia seguinte, levo Larissa na escola e passo a manhã na frente da televisão.

Karina e eu vamos juntos buscá-la no fim da manhã.

― Papai! ― Larissa corre para mim ao me ver no pátio da escola. Seus cabelos são tão loiros quanto os de sua mãe. Ambas também são bem magras. A única coisa que ela herdou de mim foi os olhos verdes. ― Você veio mesmo. ― Me abraça.

― Claro, meu amor. Estava com saudades de te buscar.

― Eu não mereço um abraço? ― Karina fingi estar magoada. E nossa filha a abraça.

― Eu te amo também, mamãe.

― Pensei em levar as duas mulheres da minha vida para tomar sorvete. O que acha, filha?

― Ótima ideia, papai. ― Minha princesa fica toda feliz com a ideia do sorvete.

Também estava empolgada com a aula. Parece que a professora estava ensinando a fazer coisas com materiais recicláveis.

― Então vamos.

― Espera. ― Ela olha para trás como se tivesse esquecido algo.

― O que foi?

― Queria te mostrar o cofrinho que fiz.

― Mas não é uma surpresa para os pais? ― Karina pergunta.

― É, mas acho que não tem problema ver. A professora é legal. Ela vai deixar. Vamos!

Olho para Karina e ela balança os ombros, indiferente.

Enquanto isso Larissa puxa minha calça insistindo para irmos até sua sala. Ela insiste tanto que tenho que entrar na sala para ver sua criação.

― Professora, posso mostrar meu cofre de bichinho aos meus pais? ― pergunta tocando nas costas da moça de coque que arrumava as coisas.

Eu vejo que tudo acabou quando a mulher se vira e nos vê.

Merda!

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