CONTOS: GUERRA ENTRE DEUSES - TERAPIA DELICIOSA

Faz dois dias que a guerra entre nós dois foi decretada e até agora não vi ou falei com a Thallya. Estou ansioso para saber como ela ira me seduzir a ponto de me fazer implorar.

Escuto passos acelerados invadir minha sala e assim que me viro vejo um mensageiro.

- Senhor... a minha Deusa Thallya pediu para entregar-lhe isso.

Seguro o riso e me aproximo para pegar a carta. Assim que pego o encaro.

- Ela pediu para aguardar sua reposta.

Abro a carta e observo sua perfeita letra.

" Escolhi o dia de hoje como inicio de nossa batalha. Quero você em minha habitação quando o sol se esconder por completo. Hoje cairá de joelhos aos meus pés.

Não demore.

Thallya"

Começo a rir dobrando a carta novamente. Ela não quer uma resposta, quer que o mensageiro observe minha reação. O encaro parando de rir.

- Estarei lá como ela pediu tão carinhosamente.

Sorri e sai me deixando com meus pensamentos. Isso vai ser interessante.

Como ela se sentira sabendo que seu único dom não tem efeito algum sobre mim? Assim que o sol começa a se recolher monto meu cavalo, rumo a minha noite interessante ao lado da deliciosa Thallya. Chego a entrada de sua moradia e um homem recolhe meu cavalo. Sou guiado por uma bela mulher até Thallya. Entro em um enorme quarto com paredes vermelhas e alguns detalhes dourados. No canto uma cama grande com lençol vermelho e ao centro uma pequena mesa.

- Andreas...

Sua doce voz surge atrás de mim. Me viro e vejo a mulher mais incrível e perfeita usando meias negras sexy e um casaco de pelos brancos aberto até o meio dos seus seios.

O casaco cobre apenas até a altura de sua bunda.

Ele pulsa em minhas calças, mas nada fora do normal. Ela está sexy, mas não me deixou ainda desesperado.

- Você está linda.

Sorri e se levanta do sofá se aproximando. Seus passos lentos fazem meu coração acelerar.

- Você também está bem.

Sussurra perto do meu corpo. Minha mão segue para o seu rosto e quando tento toca-la ela se afasta.

- Está com fome?

Pergunta com seu olhar sedutor.

- Muita...

Morde os lábios e se afasta seguindo para a mesa.

- Me acompanhe então em um jantar.

Diz apontando a cadeira ao seu lado. Assim que me sento sinto seu cheiro maravilhoso e pela minha visão lateral posso ver pela abertura de seu casaco seus belos seios. Minha respiração acelera e preciso fechar os olhos para não cair na tentação. Retira a tampa dos pratos e vejo um delicioso assado com legumes e arroz. Nos serve com vinho e sorri erguendo a taça.

- A Guerra!

- A Guerra!

Digo já levando a taça a minha boca. Começo a comer sentindo seus olhos em meu corpo. Degusta seu jantar e solta pequenos gemidos de prazer.

- Sabe o que é mais importante na arte da sedução Andreas?

Pergunta sem me olhar.

- Conhecer seus atributos de conquista?

Sorri e nega com a cabeça.

- Os sentidos.

Diz e da um gole em seu vinho.

- Os sentidos?

- Sim! É a parte mais importante.

Ela se vira para mim.

- O que seus olhos estão vendo?

- Uma bela mulher.

Sorri de forma sedutora.

- Feche os olhos.

Ordena e obedeço.

- Se não estiver vendo essa bela mulher será capaz de ser seduzido?

- Não.

Sinto sua boca perto de minha orelha.

- Tem certeza?

Sussurra me fazendo arrepiar.

- Não mais.

Digo rindo.

-Tampe seus ouvidos.

Cubro-os com minhas mãos ainda de olhos fechados. Sinto seu dedo tocar meus lábios e descer pelo meu pescoço e tórax, me deixando ofegante. O que esta fazendo? Sua mão retira as minhas do ouvido.

- Sentiu meu toque?

- Sim!

- Foi bom?

- Sim!

Mantenho meus olhos fechados. Escuto-a pegar a taça. Então seus lábios tocam os meus. Sinto o gosto do vinho e sua boca quente na minha. Minhas mãos avançam para a sua cabeça em busca de mais. Quero provar o beijo dela, sentir seu gosto com o vinho. Morde a minha boca com força me fazendo gemer e assim me afasto. Sorri e toco minha boca sentindo o gosto de sangue.

- Você ainda não está de joelhos, portanto não lhe darei o prazer pós sedução.

Encaro seus olhos me sentindo um pouco puto.

- Sabe quando eu sei que a sedução está dando certo?

- Não.

- Primeiro vocês avançam como loucos, já sem saber como controlar o desejo.

Oh merda! Eu avancei.

- Segundo...

Segura a minha ereção com força.

- Os homens possuem um termômetro muito bom para saber.

Sua risada me deixa ainda mais louco e a vontade de taca-la sobre essa mesa me domina. Se levanta e segue para a cama.

- Vem! Hoje quero te seduzir usando um sentido.

Me levanto e sigo para a cama também.

- Retire a roupa.

Ordena me encarando. Retiro toda a minha roupa e vejo seus olhos encarando meu membro.

- Gosta do que vê?

- Sendo o Deus do prazer, tinha que ser no mínimo isso.

Me aproximo dela rápido a pegando com força em meus braços. Sua respiração acelera e por um minuto vejo que perdeu o controle. Puxo sua boca na minha e a beijo com fúria e desejo. Minhas mãos sobem para os seus cabelos a mantendo firme em minhas investidas com a língua em sua boca. Ela solta um gemido delicioso de prazer.

- Me solta.

Pede ofegante em minha boca.

- Tem certeza?

Sussurro de olhos fechados.

- Sim...

Sua voz sai baixa e rouca. Me afasto dela e a vejo ofegante.

- Deita.

Ordena voltando ao seu controle total. Assim que me deito ela se posiciona sentada ao meu lado.

- Quero apenas que sinta e quando achar que não suporta mais, se dê prazer.

- Você acha mesmo que um simples toque me fará chegar ao prazer?

Sorri e com delicadeza retira o casaco ficando apenas de meias negras a minha frente. Respiro fundo e sinto-o pulsar.

- Ele está bem disposto a atingir seu prazer assim.

Merda de pau duro que não me deixa mentir. Se inclina e seu rosto fica frente ao meu.

- Vou beijar todo o seu corpo.

Sussurra dando um leve beijo em minha boca. Desce os lábios até meu queixo e sinto sua língua me tocar junto com seus lábios. Me seguro no lençol tentando manter o controle.

Ela desliza até meu pescoço, beija e chupa me levando a loucura.

Tento mentalmente controlar o prazer que cresce dentro de mim. Inferno!!!!! Sou o Deus do prazer e não consigo segurar o meu próprio prazer. Sua boca chega em meu peito e sinto seus dentes morderem meu mamilo.

- Ohhhhh!

Um gemido sai de minha boca.

- Se toque e liberte seu prazer.

Sussurra em meu peito e sinto o ar quente de sua boca.

- Estou bem, ainda nenhum sinal de prazer.

Minto encobrindo os arrepios e sensações. Ela desce para o fim da minha barriga e ele aguarda ansioso por sua boca.

- Não vou te dar prazer até se ajoelhar e implorar dizendo que sou importante.

Preciso gozar desesperadamente.

- Nunca.

Sussurro fechando meus olhos.

- Vamos Andreas, posso te dar o prazer final após essa tortura.

Diz com a boca próxima a ele.

- Não...

Ela se afasta e sai da cama.

- Onde vai?

- Terminamos por hoje.

Coloca o casaco e me olha.

- Amanhã continuamos.

Se afasta e ele dói querendo sua libertação desesperadamente. Ela sai do quarto me deixando duro. Que se foda! Eu preciso gozar. Seguro ele firme e me masturbo pensando nela. Em poucos segundos explodo em um orgasmo intenso. Nunca gozei tão rápido assim.

Isso foi estranho...

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