Contos eróticos - Que horas te pego

Ela me olhou nos olhos e começou a descer, devagar. Foi uma sensação do caralho, uma quentura que me dominou centímetro por centímetro. Consegui sentir cada prega do canal dela se abrindo e se ajustando ao meu päu, uma pressão úmida e perfeita. Um gemido longo e rouco escapou da minha garganta.

— Isso, senta... enche essa bucetä de pirocä — murmurei, minhas mãos agarrando seus quadris com força, guiando o movimento, mas deixando ela no controle.

Quando finalmente estava encaixada até o fim, começou a cavalgar. Levemente no começo, subindo e descendo só a pontinha, fazendo um movimento de rebolado que me deixou mäluco. Eu conseguia ver meu päu entrando e saindo, todo melado, a visão era surreal de tão gostosä.

— Assim que você gosta, tio? — sussurrou, com a voz carregada de tesão, começado a aumentar o ritmo.

— Gosto pra caralhø... Agora acelera, vai. Esfregä essa bucetä gostosa em mim até não aguentar mais.

Ela largou o leve cavalgar e partiu pra um ritmo mais selvagem, sentando com força sobre mim, cada descida sendo um impacto úmido e profundo que fazia o corpo todo dela tremer. Ela mordia os lábios tentando se controlar os gëmidos, mas falhava miseravelmente.

Minhas mãos não paravam, uma delas subiu e apertou um dos seios dela, os dedos encontrando o mamilo durinho torcendo ele de leve, fazendo ela arquear e jogar a cabeça para trás. A outra mão desceu direto para seu grelø. Meu polegar encontrou o clitóris dela, inchado e pulsando com cada sentada. Comecei a esfregär aquilo num movimento circular, rápido e preciso, a mesma pressão que tinha feito ela surtar na minha língua pouco antes.

— Rebola minha putinhä. — murmurei, com a voz rouca.

A resposta foi um grito estridente. O corpo dela enrijeceu por completo, os quadris trancaram por um segundo, e então ela veio com um tremor violento, uma onda de präzer que fez a bucetä dela contrair descontroladamente em volta do meu päu.

— GOZEI! CARALHO, GOZEI DE NOVO! — gritou, o corpo desabando um pouco para a frente, as mãos se apoiando no meu peito, mas os quadris ainda tremendo, se movendo num ritmo caótico e gostoso, esfregando até a última gotä de präzer.

Segurei ela firme pelos quadris, deixando a onda passar.

Depois, a coloquei de frente para mim, peguei suas pernas com firmeza e as colocando sobre meus ombros, abrindo ela completamente. Desci a mão e alisei seu grelo, que estava super sensível, com uma pressão firme.

Ela gemeu alto, enquanto me encarava com aquela carinha de sapëca, mordendo o lábio inferior, mas agora com um sorriso provocänte.

Apontei meu cacetë bem na entrada da sua bucetä e comecei a esfregar a cabecinha dele pra cima e pra baixo, passando por todo o clitórïs e a entrada, deixando-a mais molhada. Ela se mexia, tentando encontrar a penetração, levantando os quadris numa ânsia desesperada, mas eu segurava firme, só esfregändo, deixando a tensão subir.

— Por favor, me fodë… — suplicou, com a respiração totalmente ofegante.

Alinhei a cabecinhä e, num movimento único e profundo, enfiei tudo.

— Toma, sua putinhä! Não era isso que você queria?

— Era, tio! — gritou. — Fodë minha bucetä!

Comecei a metër com uma força desmedida, cada embate sendo um baque surdo e molhado. As estocadas eram profundas, indo até o fundo, segurava ela pelas pernas, puxando ainda mais para mim, afundando cada vez mais.

— Onde você quer que eu gozë?

— Dentro, tio. Quero sentir teu leite quentinho dentro de mim.

E foi o que fiz, gozëi dentro da bucetä dela, com estocadas profundas, enquanto a sapeca gritava de präzer.

Quando saí, a porrä branca e quente começou a escorrer pela bucetä inchada e vermelha dela. Sem perder o ritmo, peguei meu päu, ainda meio duro, e esfreguei a cabecinha por toda a bucetä, espalhando nosso mel misturado, levei até o cuzinhø, que estava pulsando.

Ela deu uma reboladinha, e soltou num suspiro rouco:

— Agora comë meu cuzinhø. Por favor? — pediu, com uma carinha sexy e suplicante.

Ela se afastou um pouco e se posicionou de quatro na cama, afundando o rosto no travesseiro. Virou o pescoço e me olhou de lado, com um olhar säfado cheio de tesão, enquanto empinava a bundä pra mim.

Me aproximei, minhas mãos agarrando aquelas nádegas firmes. Afastei elas com os polegares, expondo aquele cuzinhö rosado. Me inclinei e beijei devagar cada lado da bundä, dando umas mordidinhas de leve. Depois, alisei a região com as mãos, sentindo a pele macia e quente, e dei umas palmadas firmes, fizeram ela gëmer e se contrair de präzer. Cuspi na ponta dos meus dedos, lubrificando bem, e sem perder tempo, pressionei um dedo contra o cüzinho apertado dela. Com uma pressão constante, enfiei, devagar, sentindo o anelzinho ceder e engolir meu dedo. Ela gemeu baixo, um som abafado no travesseiro, e imediatamente deu uma rebolada, querendo mais.

— Isso, putinhä, rebola — murmurei, e dei uma palmada firme naquela bundä, e enfiei mais um dedo.

Ela, moveu os quadris num círculo lento, enquanto eu dava mais palmadas. Os gemidos dela ficaram altos e, mais desesperados.

Tirei os dedos de uma vez, e me abaixei enfiando meu rosto entre suas nádegas. Penetrei seu cuzinhø com a língua, firme e profunda, lambendo e chupando o buraquinho enquanto cuspia, deixando tudo bem molhado.

Me afastei, ofegante, me preparando atrás dela. O cuzinho dela estava agora brilhando, bem aberto e implorando por rolä. Cuspi na minha mão e passei na cabeça do meu päu, lubrificando um pouco. Posicionei e comecei a entrar devagar.

— Fodë meu cuzinhø, tio. — disse, com a voz trêmula.

— Vou arregäçar esse, cü. — e fui entrando mais fundo, sentindo o anelzinho dela ceder, até meu päu estar completamente dentro.

Ela era tão apertada lá que quase gozëi na hora. Comecei a metër, e os gëmidos dela encheram o quarto. Estava no limite, sabia que não ia aguentar muito.

— Vou gozär, Lara. Vou encher esse teu cuzinhø de porrä.

Acelerei o ritmo, as estocadas ficando mais profundas e rápidas. E gozëi, jorrando tudo dentro do buraco dela, meu corpo tremendo com a intensidade.

Fiquei lá por um instante, ofegante, ainda dentro dela, sentindo as últimas contrações. Quando saí, um fio branco escorreu pelo cuzinho arrombado dela.

[FIM DO CONTO]

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