A submissa- Comprada

Matteo Salvatore Glay

Agora era com elas porque eu não conseguia fazer muito esforço depois das bebedeiras eu só tinha uma coisa na cabeça. O ódio por nascer nessa família cheia de preconceitos e ódio por um passado obscuro. E eu me entrego ao meu destino que eu mesmo tracei.

Arqueou o corpo naquela poltrona e espero o alívio da boca delas tocando a minha pele e me lambendo sinto só dentes de uma cadela. E me arrepio e hoje seria apenas isso lambidas das cadelas.

A minha cabeça estava distante e eu não conseguia pensar na afronta do meu pai após anos sendo o capacho dele ainda tem isso me levanto daquela poltrona e solto o grito de desespero.

— PORRA... Vou me vingar maldito.

Elas se assustam e ali era a minha carta de alforria eu ia me vingar daquele maldito e depois darei a ele o que merece.

— Chupa caralho eu não estou sentindo. Abro a palma da mão e desço no traseiro. E sinto que veio a outra aí, sim, que lábios macios minha gueixa essa nasceu chupando um pau. — Que delícia minha cadelinha.

Ela largou e veio a outra e com sua boca carnuda e enorme língua grande e levou na garganta e eu sinto pau latejar eu ia gozar a minha mulata saborosa ela sugou e levou todo na garganta e eu a puxo ela merece um carinho extra.

— Meu chocolate. Ela sorriu e me beijou nos lábios. — Gostosa do papai.

Eu ia gozar estava quase lá quando sinto outra boca mais fina e molhada e ela gemeu e eu sinto o corpo arrepiar. Ela segurou com a mão e apertou nos dentes e aí, sim, era o meu martírio a boca da minha miss a modelo, ela lambia e forte quando sinto o meu corpo ficar mole. E por último a minha primeira submissa ela toma o meu pau na boca sem tocar e lamber em camadas descendo a cabeça toda e eu abro os olhos e vejo seu lindo rosto dando um sorrisão e eu acabo segurando os cabelos dela e fodo forte. Enquanto as outras esperando eu dei um pouco pra cada uma.

— Se junta que vou lambuzar de porra. Minhas cadelas... Elas sentaram colocando as cabeças grudadas como irmã siamesa e eu grito em meio à explosão do orgasmo em meu corpo e sinto línguas e boca sobre o meu pau que latejava.

Elas são perfeitas, mas me faltava algo e eu queria muito mais do aquilo. Eu sabia ter que sair desse enrosco e como? Eu volto à sala com o roupão e sinto que o guardião está nas minhas costas.

— Ainda não dormiu?

— Sou um guardião, senhor. O que te aflige? Ele se aproximou me dando um copo de uísque e ficamos olhando a enorme janela de vidros da sala e só dava para ver as luzes da fazenda.

— Eu preciso de muito mais que submissas. Eu quero algo que me faça tremer e me tire desse mundinho que eu criei e eu ainda não sei o que.

— O senhor precisa de uma esposa esqueceu? Ele riu.

— Também preciso de uma esposa. Mas isso eu pego uma modelo daquelas que quer meu dinheiro e encho ela de presentes e pronto ela fará do meu jeito.

— O que seria senhor?

— Uma especial que me afronte em todos os sentidos. Eu me sento olhando a noite no deck da varanda. Passo as mãos sobre os cabelos e grito. — Uma virgem inocente que eu preciso ensinar.

— Senhor uma virgem? Não existe mais isso.

— Eu quero uma virgem e a farei a minha submissa perfeita. Ele não acreditou e eu sabia ir conseguir uma. — A caça da virgem.

No outro dia eu já estava pronto para recomeçar e mal dormir e sai pela pequena cidade praiana e eu sabia que ali eu ia encontrar meu grande amigo. E ele me ajudaria a encontrar uma bela jovem e depois eu pensaria na esposa.

Eu caminhei por horas andando de carro pela cidade pequena e quando resolvi deixar o carro e andar pela beira da praia eu tinha que pensar e eu sabia que ali eu não encontrei nenhuma sereia.

Eu ainda caminhei cabisbaixo e respirei fundo tirando os óculos escuro e tive uma miragem e não acreditei era uma sereia. Não era uma maluca saindo do mar e pelo jeito. Eu passo a mão sobre os olhos e não acreditei ela estava quase nua.

E quando eu vejo lá estava o vestido dela e eu adorei e me aproximo rindo e vejo que ela procurava o vestido. E eu saí de trás da pedra com o vestido na mão.

— Procurando isso? Eu mostro o vestido e vejo o quanto ela era linda e eu tive apenas olhos para seu rosto perfeito, a boca carnuda os olhos claros e o nariz afinadinho arrebitado. E quando eu desço os olhos eu vejo seus mamilos durinhos e ela cobre correndo. — Eu já vi melhores.

— Tarado... Ela toma o vestido da minha mão e tampa o corpo. — E um filha da puta safado não pode entrar nessa área. Ela gritava se vestido e eu rir vendo-a toda atrapalhada e o corpo perfeito era toda aveludada e bronzeada. — Aqui e uma área particular seu tarado. Some daqui.

Ela gritava sem para e eu a seguro pelo braço e aperto. Ela tentava tirar o braço e gritava era uma pequena garota com a boca suja e muito malcriada. Porém linda.

— Tarado filha da puta seu velho maldito.

— Atrevida demais moleca. Porém e bem gostosinha.

— Nojento me solta eu vou gritar seu tarado. Eu solto e ela se afasta estava sem ar e bem bonita a moleca tinha um cheiro diferente. —Não faz meu tipo seu velho tarado.

Ela grita e sai correndo e eu fico olhando-a de longe e rir. Mas eu sabia que algo nela era diferente.

— Veremos moleca. Eu rir. — Porque você faz meu tipo. Eu pego o telefone e eu estava nas nuvens pensando em algo e ouço do outro lado.

— Eu arrumei a mulher para você Gley. O guardião dizia rindo. — Já marquei para você ir falar com o pai dela então venha logo.

— Eu já arrumei a garota. Eu a escolhi.

"Quem será a garota?"

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