A bruxa perdida

Ainda na cidade das bruxas.

Os pais de Ayla se entreolhão assustados.

- o que vamos fazer ? — Lucy.

— Eduard - calma. Não podemos nos desesperar, pelo menos não aqui. Chamaremos muita atenção.

— Emma - Bloquearam os sinais dos celulares dos humanos, o meu de bruxa esqueci em casa. Temos que avisar Ayla de alguma modo.

— Lucy - eu trouxe o meu vou mandar uma mensagem  de voz com magia vai chegar para ela de um jeito ou de outro, mesmo se não tiver rede lá, por precaução vou dizer que é um telefone de um amigo do trabalho, ela vai acreditar e vai pensar que o sinal oscilou e ela não viu.

— Angelina - os mais jovens estão livres para ir. Já os mais velhos devem ficar. Se vocês tiverem planos desmarque pois vai demorar.

Will já não estava mais lá a muito tempo ele conseguiu uma permissão especial já que foi designado oficialmente pela anciã e era tudo o que seu pai mais queria.

— Lucy - Em, por favor vá atrás a Ayla, ouvi dizer que Will já foi, ele pode acabar achando Ayla. Pegue a Ayla e fuja não importa o que aconteça fuja.

— Emma - sim é claro tia, mas antes..

Preciso dizer algo, eu só vi Will poucas vezes até porque eu não frequento muito a escola de bruxos. Will está na mesma faculdade que nos e ele ficou encarando Ayla, é provável que ele já saiba quem ela é todo esse tempo.

— Simon - ele sabe. nós sabemos quem o pai dele é, e o que ele quer, ele sabe e agora sabe que nós somos os protetores dela, Emma vá e não olhe para trás proteja-a e acharemos vocês quando formos embora.

Emma saiu tão rápido como um relâmpago e os olhos brilhando azul escuro de Ódio e os poderes radiando dos olhos para todo o corpo cobrindo-a de um azul escuro como a noite.

- se encostarem nela, eu juro que mato todos vocês — sussurra Emma.

Quando os pais de Emma e Ayla olham para o outro lado do salão, lá estava Valeryus olhando para eles como se já soubessem o que tinha acontecido e para onde mandaram Emma e então um olhar orgulhoso e um sorriso zombateiro era estampado em seu rosto

A mãe de Ayla ao ver aquilo serra os punhos e sua magia começa a surgir em seus olhos um verde celeste, lampejando pelos olhos da mulher.

— Eduard - Não! Não faça isso não de a ele o que ele quer, se você fizer isso aqui você entregará todos nós e tudo o que fizemos até agora terá sido para absolutamente nada.

- vamos começar. — diz a anciã.

Tokyo 23:40h da noite.

Ayla estava um pouco inquieta por causa do clima, os pais que ainda não haviam voltado e pelas luzes e internet ainda não ter retornado. A única coisa que tinha luz era os postes de luzes do lado de fora das casas.

Tum um estrondo vindo do telado de Ayla.

  O coração da menina gela, e de repente um vulto preto passa pela janela rapidamente.

- Jesus amado, o que foi isso? — sussurra a garota, ela se deita na cama com o celular e se cobre, ela pega a caneta que na verdade era uma faca que Emma havia dado a ela, ela senta na cama coberta e segurando os joelhos

Tiin creck creck. Ela ouve a janela da sala na parte de baixo se quebrar.

Grurr um rosnado pela casa ela pode ouvir,

- uhhm — a garota se assusta, - o que será isso a menina sussurra baixinho?!

Então ela pensa consigo mesmo, bom eu não moro muito longe da floresta e aqui é bem afastado da cidade da sentido se for um animal selvagem né ?! — ela tenta se convencer.

— ótimo já estou chegando diz Maia

Consigo mesma, mas porque o ar está com esse cheiro de morte maia arregala os olhos, NÃO, ELES A ENCONTRARAM. mais rápido Maia mais rápido ela diz em ranger de dentes e então ela fecha seus olhos e quando os abre novamente um azul ceecuro era visto em seus olhos e transbordava por todo seu corpo, mais rápido mais rápido era tudo que conseguia pensar e em ela conseguiu ultrapassar seus limites.

Ayla resolve em fim respirar fundo e descer as escadas bem de vagar e em silêncio para ver o que era o barulho e o quer que seja que entrou não a pegasse. Quando ela finalmente chega em baixo algo rosna e pula em seu rosto.

Raaarg raaarg

AAAAH — Ayla grita segurando pelos cantos da boca da fera para não ser mordida, era um bicho com patas traseiras preto como a escuridão os olhos fundos e ocos e um ar sedento de sangue Ayla podia sentir a morte emanando dele.

Aaarh, o bicho grita de dor e uma gosma preta meio vermelho escuro sai dele, Ayla só pode ver um feche azul celeste acertando o bicho e quando olha para cima ela vê um jovem que poderia ser um pouco mais velho que ela muito lindo e charmoso vertido de preto.

- temos que sair daqui diz Will

- quem é você diz Ayla? Eu não posso sair meus pais ainda não voltaram eu não sei deles e pode ser perigo, e que bicho era esse ? Porque você está aqui ?

- meu nome é Will e acredite seus pais não vão voltar nem tão cedo.

Quando Ayla abre a boca para retrucar ela é interrompida por vários  barulhos vindo de fora de casa.

- droga chegaram rápido de mais.

Ziiiip Booom — um barulho estronda do lado de fora da casa por todos os lados e raios azuis escuros são visto por todo o lado...

- Ayla, Ayla sou eu Emma cadê você ?

Ayla entra na parte da sala e avisada Will e Ayla, Ayla estava no chão com espanto nos olhos por conta de tudo que acabará de acontecer, era muito informação ao mesmo tempo.

Então Emma pensou que o olhar em seu rosto fora causado por Will.

Emma então levanta as mãos em posição de ataque como se ameasasse Will e então seu corpo transbordada o poder um azul escuro como o céu noturno o cabelo solto da altura dos ombros castanho claro e ondulado começará a levitar pela força do poder emanando dela seus olhos meu agora brilharam no azul escuro vestida toda de preto e até seu coturno era preto e em seus olhos ódio

- Emma — Will fique longe dela se não quiser se machucar e se você ousar fazer algo eu te mato.

Will passa as mãos por entre os cabelos preto e liso de tamanho mediano e suspira, em seus olhos azuis como água cristalina havia um pouco de culpa e ao mesmo tempo como se acabara de ser insultado

- Will — Calma, eu acabei de salvar sua amiga, sabe um obrigado agora não seria tão ruim sabe? — Will diz em um tom um tanto quanto irônico e ao mesmo tempo irritado.

- Ayla — Em, eu estou bem. — Ayla ao ver a amiga naquele estado só queria que a amiga soubesse que ela estava bem antes de perguntar se por acaso estava sonhando!

Mas antes que Ayla pudesse se pronunciar sobre algo a mais um ser maior que os demônios normais ataca Emma por trás com sua enorme garra

Comparado aos outros demônios esse era vermelho sangue olhos fundos e pretos e duas vezes maior suas garras grandes e pretas do tamanho do dedo de uma pessoa ele emanava puro sangue e morte. Ayla só pode ouvir Emma gritar de dor

Aaaaarh — grita Emma.

- Nãaaaao, e então os olhos de Ayla que antes eram azuis como céu claro agora eram negros como a escuridão, a vista de Will e Emma ainda consciente o ar ficou pesado tudo começou a tremer as luzes piscavam incontrolavelmente e a mãe natureza parecia estar com ódio da terra corvos voavam em círculos pela casa de Ayla a chuva e o vento parecia que iria levar a cidade Ayla estava levitando e seu poder preto como a escuridão emanava dela quando ela gritava de ódio.

Ela despertou.

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